• Chile: Vigilancia y derecho a la privacidad en internet
  • Chile: Surveillance and the right to privacy on internet
  • Chile: Vigilância e direito à privacidade na internet
Danny Rayman

Resumen

El presente artículo estudia la relación entre la vigilancia en internet y la afectación del derecho a la privacidad en Chile. Específica mente se centra en el uso de este tipo de vigilancia por parte del Estado con el fin de cumplir objetivos legítimos, como la prevención del delito y la protección de la seguridad de sus habitantes. Con dicho motivo el autor analiza las normas de intromisión a la privacidad que se vinculan con la vigilancia en internet, lo señalado por el Alto Comisionado de las Naciones Unidas para los Derechos Humanos al respecto y dos antecedentes que tienen origen en Chile, a saber, el caso del alumno universitario Bryan Segel y un reportaje realizado a funcionarios de las policías de Chile. El estudio de estos antecedentes en su conjunto le permiten concluir, por una parte, que las medidas de vigilancia en internet son arbitrarias e ilegales en Chile, debido a que no cumplen con los principios de legalidad, necesidad y proporcionalidad; y, por otra parte, que Chile al adoptar este tipo de intromisiones a la privacidad incumple con sus obligaciones internacionales en materia de derechos humanos al no respetar dichos principios. 

Abstract

This article studies the relationship between the infringement of the right to privacy and Internet surveillance in Chile. Specifically it is focusing on the use of such surveillance by the State in order to fulfill legitimate objectives such as crime prevention and the protection of the safety of its inhabitants. At that occasion the author analyzes the rules of interference to privacy that are linked to surveillance on the Internet, the stated by the Office of the United Nations High Commissioner for Human Rights related to it, and two antecedents originate in Chile, namely, the case of the college student Bryan Segel and a report made to police officers of Chile. The study of these backgrounds together enable him to conclude, firstly, that surveillance measures on the Internet are arbitrary and illegal in Chile, because they do not comply with the principles of legality, necessity and proportionality; and moreover that Chile in adopt this type of interferences to privacy breach of its international obligations on human rights by failing to respect these principles.

Abstrato

Este artigo estuda a relação entre a vigilância na internet e a violação do direito à privacidade no Chile. Especificamente centra-se no uso de este tipo de vigilância pelo Estado a fim de cumprir objetivos legítimos, como a prevenção do crime e a proteção da segurança de seus habitantes. Com esse motivo, o autor analisa as regras de intromissão à privacidade que estão ligadas com a vigilância na internet, o dito pelo Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos sobre aquilo, e dois antecedentes originários do Chile, ou seja, o caso do aluno universitário Bryan Seguel e um relatório feito a funcionários das polícias do Chile. O estudo destes antecedentes como um todo permitem concluir, por uma parte, que as medidas de vigilância na internet são arbitrárias e ilegais no Chile, porque não estão em conformidade com os princípios de legalidade, necessidade e proporcionalidade; e, por outra, que Chile com a adopção deste tipo de invasões à privacidade deixa de cumprir suas obrigações internacionais em matéria de direitos humanos ao não respeitar estes princípios.    

Palabras clave

Derechos fundamentales; derecho a la privacidad; libertad de expresión; internet; metadatos; vigilancia

keywords

Fundamental rights; human rights; right to privacy; freedom of speech; Internet; metadata; surveillance

Palavras-chave

Direitos fundamentais; direito à privacidade; liberdade de expressão; internet; metadados; vigilância

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DOI: 10.5354/0719-2584.2015.36007